Ressuscitando o Multímetro Hioki AS 100D – Parte 2

Este um post rapidinho enviado pelo Papai Noel diretamente da Lapônia dando continuidade ao post Ressuscitando o multímetro Hioki AS 100D.

Na “cartinha” de um leitor aqui do blog ele dizia que o Papai Noel o deixaria muito feliz se explicasse como retirar o painel do multímetro Hioki AS 100D.

Como o bom velhinho não deixa ninguém sem presente, aqui vão as duas fotos que ele mandou e assim todos ficarão felizes.

Removendo o painel do Hioki AS 100D – Fig.1

Ao remover os quatro parafusos indicados pelas setas na figura acima o painel desce. Cuidado.

Removendo o painel do Hioki AS 100D Fig.2

Pronto, agora com o painel na mão é só retirar os dois micro parafusos que se vê na figura acima.

Por hoje é só.

Ho!Ho!Ho! Feliz Natal a todos

Ressuscitando o Multímetro Hioki AS 100D – Parte 2
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Técnico em eletrônica formado em 1968 pela Escola Técnica de Ciências Eletrônicas, professor de matemática formado pela UFF/CEDERJ com especialização em física. Atualmente aposentado atuando como técnico free lance em restauração de aparelhos antigos, escrevendo e-books e artigos técnicos e dando aula particular de matemática e física.

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Paulo Brites

Paulo Brites

Técnico em eletrônica formado em 1968 pela Escola Técnica de Ciências Eletrônicas, professor de matemática formado pela UFF/CEDERJ com especialização em física. Atualmente aposentado atuando como técnico free lance em restauração de aparelhos antigos, escrevendo e-books e artigos técnicos e dando aula particular de matemática e física.

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    12 Comentários

    1. Clédison Macedo

      muito bom! considero que desmontar o painel de um hioki As-100D é como fazer um transplante de coração: ou dá certo ou estraga tudo e já era! só desmonto pra retirar algum “corpo estranho” que esteja impedindo o correto deslocamento do ponteiro, limpeza da tampa de acrílico ou mesmo um “fio solto” , mas nunca, jamais sequer pensar na idéia de “ajustar os pequenos parafusos dos eixos dos pivolt-mancais, pois isso pode danificar a deflexão do ponteiro, inutilizando um excelente multímetro. os eixos eram calibrados corretamente na fábrica e, sem bem conservado e usado corretamente, não há necessidade de “ajustar”, geralmente, quando se faz isso, danifica o aparelho, a deflexão do pontero fica ruim, agarra am algum lugar ao longo da escala, empena um dos eixos da bobina móvel, entorta a mola espiral, é uma tragédia! se usado corretamente, sem deixar cair no chão, o galvanômetro funciona perfeito por muito anos! digo isso pois tenho aqui hioki AS-100D datando de 1969 funcionando 100% e nunca abri o painel pra retocar ou “ajustar” os parafusos dos eixos, só abro pra limpeza da tampa mesmo. este aparelho é uma obra prima da eletrônica, parabéns Professor!

      • Paulo Brites

        Muito obrigado pelos comentários Uma vez um instrutor da HP me disse que eu era um “analogic technician” porque começava a pesquisa de uma falha medindo as tensões das fontes, isto é claro, depois da inspeção visual Sigo a regra Holmes. Realmente eu sou um analogic man e adoro instrumentos de “ponteiro”. Ajustar parafusos me lembra o tempo dos VCRs que os “técnicos” mexiam nos postes de transporte da fita para corrigir a imagem e aí… já era.
        Volte sempre trazendo contribuições valiosas como estas.

      • Livio Cardoso

        Tenho um HIOKI AS-100D e gostaria muito de descobrir o ano de fabricação dêle! Isso é possível??? Tenho o manual original dele mas nan vi nenhuma referência de data nêle!!! Obrigado por sua atenção!!!

        • Paulo Brites

          Sinceramente não sei como descobrir, mas vou ficar de olho.

          • Livio Cardoso

            Professor, muita gente adquiri um VOM pra testar fugas de transistores e diodos, por causa de sua alta impedância acima de 1 M. Em se comparando com um HIOKI AD-100D, qual a sua opinião? Outros falam que um VOM é um multimetro digital de ponteiro!!! Gostaria muito de sua opinião à respeito para desmistificar este assunto!!! Obrigado por sua costumeira atenção!!!

            • Paulo Brites

              OLá Lívio
              Sua pergunta é interessante e até me instiga a escrever um assunto sobre o tema. A tal a impedância está por trás de uma outra questão que a possibilidade de medir correntes baixas. Você já leu meu artigo “Medidas das correntes de fuga em transistores bipolares”? Como eu disse vou esclarecer melhor sua dúvida brevemente num artigo.

    2. Wladyslaw Jan Szkruc

      Feliz Natal !

      • Paulo Brites

        Valeu Wladyslaw, para você e os seus um boa noite de Natal

    3. Caro amigo Brites, gostei muito deste artigo, pois me lembra as aulas que ministrava na Universidade Gama Filho e veiga de Almeida , exatamente sobre medidas Elétricas e apresentava este diagrama para os alunos discutirem os seus circuitos internos.Valeu prof, Brites.

      • Paulo Brites

        Essas coisas estão fazendo falta por isso estou trabalhando num livro sobre leitura de esquemas que parece ser uma grande dificuldade para os iniciantes.

    4. Jack Fider

      Muito bom, sempre leio seus posts e aprendo muito com eles, por favor, nunca pare !!!

      • Paulo Brites

        Valeu Jack, com leitores em incentivando não dá pra parar.

    Fico muito contente quando alguém coloca um comentário, é sinal que leu

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