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Considerações sobre o post Como resolver circuito série com lâmpadas em 30 segundos

Considerações sobre o post Como resolver circuito série com lâmpadas em 30 segundos

  • POTÊNCIAS EM UM CIRCUITO SÉRIE PURAMENTE RESISTIVO

Em resposta ao leitor Wladslaw sobre o post Como resolver circuito série com lâmpadas em 30 segundos.

Suponhamos um circuito série com dois resistires cujas resistências são R1 e R2.

O circuito está alimentado por uma tensão E, que pouco importa se é DC ou AC porque a carga é puramente resistiva.

Temos RTOTAL = R1 + R2.

A corrente no circuito é I = E/(R1 + R2)

A potência total dissipada é

      PTOTAL = I2 x (R1 + R2) = ( E2 / (R1 + R2)2 ) x (R1 + R2)  

      PTOTAL = E2 / (R1 + R2)

Por outro lado a potência dissipada em R1 que chamarei de P1 é

    P1 = I2 x R1   e a potência em R2 será  P2 = I2 x R2

Somemos P1 + P2 = (I2 x R1) + (I2 x R2) = I2 (R1 + R2)

               P1 + P2 = (E2 / (R1 + R2)2) x (R1 + R2)

               P1 + P2 = E2 / (R1 + R2)

Logo PTOTAL = P1 + P2, ou seja, as potências em série também se somam.

Agora vamos ao problema do post anterior

Resistência “a quente” da lâmpada de 60W

R60 = E2/P60 = 1202 / 60 = 240ohms

Resistência “a quente” da lâmpada de 100W

R100 = E2/P100 = 1202 / 100 = 144ohms

Resistência total RTOTAL = 384ohms

Aqui há um erro na construção da questão, pois as resistências irão mudar de valor o que ocasionará um valor medido diferente do calculado.

Considerando que as resistências das lâmpada não tenham seus valores alterados, então temos Itotal = (120/384)A

A tensão na lâmpada de 100W será E100 = (120/384) 144 = 45V

E aqui estamos de acordo que a opção correta é letra C e, não a letra D como eu havia publicado. Já corrigi no post anterior

A legendas na figura realmente estavam  trocadas. Já corrigi.

Vamos resolver agora pelo método das razões e proporções e teremos  120 / 384 = V100/144 que nos dá V100 = 45V.

E por que deu errado no texto que eu publiquei anteriormente (já apaguei o que estava errado)?

Simples. A proporcionalidade tem que ser feita entre tensão e resistência e não entre tensão e potência como eu havia feito

A potência é o resultado de uma multiplicação entre duas grandezas diferentemente da resistência que é uma grandeza única.

Já providenciei as correções no texto.

Acho que houve um grande “lucro” final, por que o meu erro propiciou um debate graças a sua atenta observação.

Isso é que importante.

Quanto a diferença nos valores medidos há ainda outra questão a considerar além da apontada e por isso, eu digo que a questão contém certa inconsistência, ou seja, quando as lâmpadas estão em série as suas resistências não serão mais as calculadas.

No caso prático a tensão aplicada não é de 120V e sim de 127V e, portanto as resistências das lâmpadas serão mais diferentes ainda do que as resistências “teóricas”.

Gato no MOSFET

No artigo Fontes ChaCaçando gatosveadas para principiantes Parte III/B eu cometi uma ligeira falha ao explicar a diferença na simbologia dos MOSFETs modo Depleção e modo Enhancement.

Lá eu digo que a diferença está na linha que representa o gate e que no d-MOSFET é cheia enquanto no e-MOSFET é pontilhada.

O leitor e amigo Fernando José pegou o bichano ao sair pela “porta”, e me avisou antes que ele fugisse.

Na verdade a diferença não está na linha do gate e sim na linha que representa o substrato onde são criados o dreno e o supridouro.

A diferença é sútil mas vale a pena ser comentada.

Valeu Fernando.

Gato na minha resolução da UERJ

URGENTE

O atento leitor Wladslaw encontrou um gato na minha resolução da questão 33 do concurso da UERJ que publiquei hoje.  O gabarito está correto, opção B.

A confusão surgiu pela dificuldade em se colocar as “barrinhas” no editor de texto o que acabou me levando a uma conclusão precitada.

Momentaneamente o post ficará fora do ar até que eu possa re-editá-lo.

Entretanto, a questão 20 está relamente sem nenhuma opção como eu comentei no post.

Gato Analógico – Sanwa 320X

Caçando gatosNo post “A bateria de 22,5V – A solução definitiva publicado em 23/01/2015 eu citei que a corrente do galvanômetro era de 25µA.

Na época o atento leitor Celso Alvarez me chamou a atenção de que o valor correto era 20 e não 25µA como eu escrevi e eu acabei esquecendo de revisar a artigo. Não sei porque botei na cabeça que o valor era 25 desde sempre.

Muito bem, eis que o Celso me mandou um e-mail hoje com algumas considerações interessantes que passo a reproduzir na integra logo abaixo e que podem ser úteis para a confraria dos “amantes” do 320X e mais uma vez agradeço ao Celso por mais esta contribuição.

“Oi Paulo Brites,

Como eu estava consertando e fazendo ajustes nos meus Sanwa 320-X, registrei parâmetros do galvanômetro e tirei a nossa dúvida que eu levantei.

De fato, existiram algumas séries do Sanwa 320X, pelo menos umas três.

Porém, um detalhe: a corrente do galvanômetro é SEMPRE da ordem de 20µA, e nunca 25µA. Pode corrigir sem medo o post da bateria de 22,5V…

Veja os dados que levantei:

Equipamento 1:

Type: não informada.

           Este modelo utiliza 3 trimpots.

V fundo de escala: 31,4mV

i fundo de escala: 20µA

R bobina: 1817ohms (bobina)*

     Este é o único tipo que utiliza um shunt paralelo ao galvanômetro de 10K (valor real 9,78K), que faz com que a resistência da bobina seja 1570R com este resistor.

Equipamento 2:

Type: X3-1

Este modelo utiliza 2 trimpots e não usa shunt paralelo ao galvanômetro.

V fundo de escala: 31,4mV

i fundo de escala: 20,3 µA (esta variação de 0,3uA na prática é desprezível)

R bobina: 1476 Ohms

Equipamento 3:

Type: X3-1

Este modelo utiliza 2 trimpots e não usa shunt paralelo ao galvanômetro.

V fundo de escala: 40mV

i fundo de escala: 20 µA

R bobina: 2000 Ohms

Existe ainda outro modelo que não possui trimpots, creio que seja o mais antigo. Este não avaliei.

Grande abraço,

Celso.”

 

Gato escaldado (literalmente!) na Ponte de Wheastone

Gato escaldado (literalmente) na Ponte de Wheastone

Caçando gatosO atento leitor Antonio caçou um gato (e dos grandes) na finalização da solução da questão 33 da UFSJ que eu apresentei no post de hoje (07/01/2015).

O examinador foi experto em colocar as resposta de modo a induzir o candidato a errar na finalização e eu cai na pegadinha.

O valor de R4 foi calculado como 60 ohms. Até ai tudo certo.

Só que o eixo das resistências é o vertical (Y) e o valor de 60 ohms precisa ser interpolado entre 50 e 70 para nos dar a temperatura que está no eixo horizontal (x) como 50ºC.

Gráfico da Questão 33 UFSJ

Gráfico da Questão 33 USFJ

Na pressa, ontem à noite já com sono, eu olhei o número 60 no eixo x e já partir direto para a resposta 70 no eixo y. Aí é que estava a pegadinha, colocar uma resposta errada que “parece” correta. É uma forma de avaliar também o nível de atenção do candidato. Eu também faço isso quando preparo provas (às vezes o feitiço se vira contra o feiticeiro!) 

Por isso, para se passar em concursos é preciso fazer muitos exercícios para habituar o cérebro e ser mais atento e com certeza, estar descansado!

Resumindo: – a resposta correta é a letra C e não a letra A como eu indiquei.

Gato que fugiu da escola

 

Gato no oscilocópio

Gato no osciloscópo

No post de ontem “Como descobrir a frequência de uma forma de onda no osciloscópio” teve um gato que fugiu da escola e não sabe fazer conta que se escondeu no texto.

Mas já foi devidamente caçado pelos atentos leitores Wladslaw e Alexandre Melo e corrigido. Para que ele não possa ficar mais camuflado foi pintado de vermelho.

Qualquer dia vou fazer um concurso aqui no blog. Em vez de caçando palavras vai ser o “caçando gatos” kkkkk.

 

 

 

Gato senoidal

O meu amigo Fernando José acabou de caçar um gato “fora de frequência” no artigo Construindo um Gerador Senoidal de 1kHz.

Eis que em vez de realimentar de coletor para a base o “gato” foi parar na emissor.

Ainda bem que foi logo pego senão o oscilador não iria oscilar nunca.

Lá no artigo já está corrigido em vermelho.

Valeu Fernando!

Caçando gatos no teste de chopper

Mais um bichano que se escondeu matreiramente num dos meus posts. Desta vez foi no Como Testar um Transformador chopper.

Gato no testador de chopper

Gato no testador de chopper

Porém, o “miau daltônico” não passou pelo “detector de mentiras” do sempre alerta e atento leitor Wladislaw.

Houve uma troca nas cores no parágrafo abaixo que já foi devidamente corrigida.

“A seguir no bloco  (verdeAZUL temos um comparador de amplitude de oscilações e finalmente no bloco (vermelhoVERDE temos um bargraph construído com o CD 4015 que é um registrador de deslocamento.”  

Aproveitei esta mexida no post para colocar um link que leva ao artigo original do Bob Parker (em inglês).

Obrigado Wlad por mais esta colaboração

Gato digital

Gato no amplificador digital

Gato no amplificador digital

Pelo jeito até eles se renderam a digitalização. Imaginem um miado em 32 bits kkkk.

O “seu” Jaime pegou o bichano pelo “bit”.  Faltou a figura 6 no post Amplificadores digitais, ouvidos analógicos e a figura 5 estava fora do lugar.

Tudo já foi devidamente corrigido e o gato voltou a ser analógico!

Valeu “seu” Jaime. Continue de olho.

Caçando “gato” na tomada brasileira

Caçando gatos

Figura extraída da Revista Antenna

Na saudosa Revista Antenna da qual fui colaborador por muitos anos tínhamos uma “seção” chamada Caçando Gatos.

Por mais que um texto seja revisado sempre um bichano acaba se escondendo dentro dele.

Acho que vou ter que inaugurar uma página no meu site plagiando esta ideia da “mamãe” Antenna.

Pois bem, o caçador de gatos no meu post “Padrão de tomadas brasileiro: Prós & Contras” foi o atento leitor Claudio Xavier.

O felino estava escondidinho ao lado da figura do rádio “rabo quente” e já foi devidamente “caçado”.

O novo texto está em vermelho pra chamar a atenção.

Fiquem atentos. Professor não era, mas, às vezes, se engana!

Obrigado Cláudio.

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