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Caçando “gato” na tomada brasileira

Caçando gatos

Figura extraída da Revista Antenna

Na saudosa Revista Antenna da qual fui colaborador por muitos anos tínhamos uma “seção” chamada Caçando Gatos.

Por mais que um texto seja revisado sempre um bichano acaba se escondendo dentro dele.

Acho que vou ter que inaugurar uma página no meu site plagiando esta ideia da “mamãe” Antenna.

Pois bem, o caçador de gatos no meu post “Padrão de tomadas brasileiro: Prós & Contras” foi o atento leitor Claudio Xavier.

O felino estava escondidinho ao lado da figura do rádio “rabo quente” e já foi devidamente “caçado”.

O novo texto está em vermelho pra chamar a atenção.

Fiquem atentos. Professor não era, mas, às vezes, se engana!

Obrigado Cláudio.

Técnico em eletrônica formado em 1968 pela Escola Técnica de Ciências Eletrônicas, professor de matemática formado pela UFF/CEDERJ com especialização em física. Atualmente aposentado atuando como técnico free lance em restauração de aparelhos antigos, escrevendo e-books e artigos técnicos e dando aula particular de matemática e física.

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4 Responses to “Caçando “gato” na tomada brasileira”

  1. Alexandre J. Nário disse:

    Gostaria de saber (assim como milhares de fãs)o porquê do encerramento da revista antenna e se podemos ter esperança que um dia ela volte. Obrigado.

    • paulobrites disse:

      Caro Alexandre

      O mercado editorial técnico não consegue mais sobreviver.essa é a questão.
      Vende-se revistas de abobrinhas as turbilhões, mas não se vende mais revistas técnicas.
      Durante mais de 5 anos eu assinava a Electonic Servicing que tinha cerca de 50 anos de existência e também acabou.
      Os tempos são outros.

      • Como o Brites disse em de umas suas publicações, um ditado mais do que certo ” o bonde virou metrô”.
        Os técnicos de hoje querem as facilidades da internet, receitas de bolo prontas, dicas milagrosas, e por aí vai. Se o “tio google” e o “youtube” não dá a dica pronta, simplesmente montam e dão um sonoro “infelizmente sem reparo” ao cliente. Já se foi o tempo da leitura das revistas técnicas, pessoal trocava correspondência, e-mail (ainda no tempo da internet discada…kkk), técnicos se falavam, criavam-se encontros técnicos que eram famosos muros de lamentação, todo mundo reclamava de defeitos, e de como poderia ser resolvido. Ah, e o técnico ia nas lojas de eletrônica comprar nem que fosse um simples resistor, comprava-se esquemas elétricos ainda em papel (hoje é PDF, e de preferência de graça).
        Tudo mudou… inclusive a qualidade dos serviços.
        Mas ainda existem verdadeiros guerreiros por aí, lutando sem esmorecer, e é isso que vale.

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